Amadurecer tem suas várias formas, cheiros, aparências, processos. Pode ser que seja leve, pode ser que seja pesado. Mas algo que acredito que está intrínseco ao processo de amadurecimento é a perda relativa da ingenuidade, dando lugar a consciência com responsabilidade – pois como já comentei, parte e nós sempre se manterá ingênua para que possamos estar sempre nos lapidando e amadurecendo.

Amadurecer não é deixar o seu Eu Infantil de lado ou até mesmo o deixar apodrecer dentro de uma caixa fechada a sete chaves. Pelo contrário… Eu acredito que o primeiro passo para o amadurecimento é o acolhimento do Eu Infantil, em sua luz e sombra, ou seja, em suas potências e limitações, em suas vitórias e feridas. O acolhimento do eu ingênuo.

Para acolher é preciso ver, perceber, sentir e reconhecer o Eu Infantil para que o Eu Adulto possa tomar a frente da vida. Aqui, o auto conhecimento, a auto responsabilidade e a auto consciência tem papéis fundamentais.

Como eu já disse: “Com a auto-responsabilidade conseguimos disciplina e discernimento para manter a nossa liberdade e verdade.”

Camila Alves

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